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Dor de ouvido é sempre um sintoma bastante incômodo. E uma das causas desse problema é a otite, um tipo de infecção que pode afetar diversos níveis do canal auditivo e até causar surdez. Por isso, confira o que pode provocar o quadro e como é possível evitá-lo com alguns cuidados simples

Quem já teve otite sabe: essa dor no ouvido é uma das mais desagradáveis que existe. Mas antes de saber como a infecção acontece, vamos entender como é o ouvido. A estrutura é subdivida em três partes: a externa, a média e a interna.

A primeira é a que tem a função de localizar a fonte sonora, amplificá-la e levá-la ao tímpano. A infecção neste local é chamada de otite externa. É causada, normalmente por fungos ou bactérias que, na maior parte das vezes, penetram através de lesões na pele da parte mais externa desse canal. As feridas podem ser provocadas por objetos, como cotonetes, por atrito ao coçar o ouvido e até por água contaminada de piscinas ou do mar. E os resultados, segundo o médico otorrinolaringologista Marcelo Hueb, podem variar desde uma coceira até uma dor bastante significativa.

A otite média é a que afeta a parte atrás do tímpano, onde existe um canal que leva ao nariz. É ele que permite que o tímpano vibre. O quadro agudo da doença geralmente ocorre quando se tem uma gripe ou outra infecção respiratória. Esse canal acaba servindo como um túnel para que os vírus e as bactérias cheguem ao ouvido médio, o que causa acúmulo de pus atrás do tímpano, provocando dor, febre e diminuição da audição.

A infecção do ouvido interno (labirinto) é chamada de labirintite. O principal sintoma é uma tontura giratória, chamada de vertigem.

Dependendo da localização da otite, diagnosticar o problema pode ser fácil. Em alguns casos o próprio paciente pode fazer isso. Mas quando o local é mais profundo, o exame otológico é o mais indicado. O tratamento da infecção no ouvido inclui analgésicos e antibióticos. Mas quem vai orientar o melhor a fazer é o seu otorrinolaringologista.

Para prevenir o problema, evite a entrada de água e objetos no ouvido. Nas crianças, a vacina contra gripe e pneumonia são bem eficazes. Já os bebês não devem ficar deitados na amamentação.

 

Fonte : https://www.minhavida.com.br/saude/videos/14711-otite-gera-dor-no-ouvido-e-pode-causar-surdez

 

Perda Auditiva

Não é só o corpo que precisa de atividades. De acordo com vários estudos, exercícios podem ajudar a melhorar ainda mais o desempenho cerebral, aumentando a atenção, a concentração e a memória. É justamente aí que ouvir bem pode fazer toda a diferença no desenvolvimento de novas conexões e no armazenamento de informações.

ATENÇÃO! E mesmo a menor perda auditiva pode comprometer, e muito, a capacidade do cérebro em desenvolver novas funções. “Sem entender o que uma pessoa falou mesmo coisas simples como três ou seis, terça ou sexta” não é possível armazenar a informação no cérebro. Além disso, a pessoa que não escuta direito fica menos atenta, o que pode comprometer a capacidade de leitura e de aprendizado de um novo idioma, de um novo aprendizado entre outros.

Ao usar um aparelho auditivo, o cérebro passa a recrutar novos neurônios para exercer atividades que eram acumuladas em outras áreas. Com isso, o paciente melhora, entre outras coisas, a memória e a atenção. Além disso, ao passar a gastar menos energia com processos automáticos, como ouvir, o cérebro consegue se dedicar a novas funções, como aprender um nova função, ou tocar um instrumento. “Quanto mais cedo acontecer a utilização do aparelho auditivo, maiores serão os ganhos para o paciente!”

Por isso que o fonoaudiólogo é o profissional capacitado para orientar e indicar o modelo do aparelho auditivo, após toda a avaliação necessária. É importante também ressaltar que é comum as pessoas acharem que não precisam do aparelho auditivo, muitas vezes por questão estética ou ainda pela repercussão negativo que isso possa levar entre amigos e/ou familiares.

Se você conhece alguém com dificuldade em ouvir, oriente-o a procurar um profissional como o fonoaudiólogo.